Os servidores do governo estadual devem esperar novidades neste começo de ano. A Controladoria-Geral do Estado (CGE) lançará mais uma etapa do Programa de Integridade e Compliance, que envolverá muito mais pessoas na consolidação de uma cultura ética e de integridade no serviço público. Para isso, haverá um multiplicador de informações, práticas e conceitos em cada unidade de órgãos e entidades estaduais.

A escolha desse profissional será feita pelos colegas de trabalho, que elegerão quem, da equipe, reúne as características essenciais para divulgar o programa e suas diretrizes. Ele receberá o título de Embaixador do Compliance e ficará responsável, paralelamente ao seu trabalho, por difundir objetivos e políticas do Programa de Integridade e Compliance (Lei estadual 19.857/2019).

A eleição será feita por meio de formulário, que estará disponível no site da CGE. Entre as perguntas que ajudarão a selecionar o servidor estão comprometimento com o trabalho e relacionamento interpessoal com a equipe. As inscrições estão programadas para começar nas próximas semanas.

“Estamos concluindo esse processo. O embaixador do compliance será referência em seu setor, departamento ou unidade, pois seus colegas identificarão nele as qualidades necessárias para ser divulgador desse programa, pioneiro na administração pública”, destacou o controlador-geral do Estado, Raul Siqueira.

OPÇÃO – O embaixador do compliance será o mais votado por setor ou unidade, porém, terá a opção de recusar o título. Nesse caso, o servidor que ficou na próxima colocação será convidado a assumir a incumbência. Para unidades que não tenham indicado nenhum nome, a CGE poderá convidar servidor diretamente.

Para o controlador-geral, esse passo é fundamental na consolidação do Programa de Integridade e Compliance do Estado do Paraná. “Na iniciativa privada, a figura do embaixador de compliance não é novidade. Esse profissional vai ajudar a preservar o serviço público de qualidade, aliado ao combate à corrupção, já que estará envolvido com os princípios éticos do programa”, afirmou Siqueira.